quinta-feira, 6 de outubro de 2011


“Sempre gostei de usar lápis. Sempre gostei de poder reescrever sem ter  que riscar. É fácil passar borracha. Meu coração é escrito á lápis.  Apago nomes, escrevo outros, apago e reescrevo quantas vezes eu quiser.  Sempre achei que meu coração não falava comigo, que não me obedecia, que  não me queria, quanta bobagem! Na verdade eu escrevo sem perceber e  apago sem querer. O coração é meu e de ninguém. Sofrer não é desculpa de  não controlar, é desculpa de não saber que pode apagar, porque quando a  gente quer…a gente apaga!”
“Sempre gostei de usar lápis. Sempre gostei de poder reescrever sem ter que riscar. É fácil passar borracha. Meu coração é escrito á lápis. Apago nomes, escrevo outros, apago e reescrevo quantas vezes eu quiser. Sempre achei que meu coração não falava comigo, que não me obedecia, que não me queria, quanta bobagem! Na verdade eu escrevo sem perceber e apago sem querer. O coração é meu e de ninguém. Sofrer não é desculpa de não controlar, é desculpa de não saber que pode apagar, porque quando a gente quer…a gente apaga!”

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